segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A escola brasileira presente na vida cotidiana de várias pessoas há séculos, vem modificando os meios de ensino-aprendizagem gradativamente. E com a aprovação em 2008, da Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva, os professores estão mais sensibilizados para uma grande parcela da população brasileira, a qual a sociedade tem uma grande dívida social: as pessoas com deficiência.
A Educação Especial e o Atendimento Educacional Especializado (AEE), instituídos pelo decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, cita em seu artigo 1º, inciso I: “o dever do Estado com a educação das pessoas público alvo da educação especial será efetivado (...) garantia de um sistema educacional incluso em todos os níveis, sem discriminação e com base na igualdade de oportunidades”. Considerando que o público alvo do AEE são alunos com deficiência, alunos com transtornos globais do desenvolvimento e alunos com altas habilidades/superdotação, as famílias, as escolas e a sociedade estão cada vez mais observando e vendo a progressão social das pessoas com deficiência, que antes eram pessoas incrédulas, marginalizadas e rotulada. Temos professores, atores, advogados, diversas profissões em que há sempre uma pessoa com deficiência, mesmo passando por extremas dificuldades, pois na época não havia uma legislação que garantisse o direito à educação como atualmente. E a partir desta década atual, novos talentos surgirão, pois o AEE veio para multiplicar, abrir caminhos para sonhos e felicidade. A professora do AEE, que deve ter a formação específica para a função, pesquisa, busca mais conhecimento sobre o aluno, está sempre atenta às novas tecnologias que possam auxiliar para a aprendizagem, paralelo a isso sempre interage com a professora da sala comum e com a família, célula da sociedade, relevante para a formação da cidadania.

O Estudo do Caso é uma ferramenta primordial para o AEE, pois neste momento navegamos por um mundo até então desconhecido, mas que mergulhamos profundamente, com vontade de “descobrir” e cumprida esta tarefa temos em mãos informações de grande valor, pois planejar e executar o AEE agora tem outra conotação mais especifica. Na Sala de Recurso Multifuncional, na qual podemos optar em atender individual ou em grupo, definir o tempo de atendimento, com as informações do Estudo do Caso de referido aluno, tudo fica mais explícito, pois percebemos também a necessidade de outros profissionais de saúde para que o aluno desenvolva suas habilidades. Planejar o AEE enfatizando as habilidades e dificuldades do aluno, traz enormes contribuições para sua aprendizagem e desenvolvimento, onde há também uma seleção de materiais a serem produzidos e adquiridos, indispensáveis.